O mundo azul revela suas cores ruins
Enquanto abrimos espaço para libertinagem
No alto da pedra mais alta
Amarelo e vermelho se combinam
Aqui debaixo
O verde se mistura com o preto
Criam um paralelo
De viagens ao infinito
Mas quando o olhar pára
Sente o calor da mistura alaranjada
Olha para pedra
E vê seus olhos escorrerem cristais
Ele vê os filhos da pedra
Vê seus olhos chorando com cor
E cada um, cria sua impotência
Sente que nada pode fazer
O sol desce, a lua nasce
E os filhos,
Os filhos se embebedam no verde
Rindo do mundo colorido que ali se criara
A chama cresce
A pedra chora
E a lua...
Observa de longe, a absurda loucura dos homens
Todos, filhos da pedra.
Yuri Rabelo
domingo, 20 de julho de 2008
terça-feira, 15 de julho de 2008
Acorda Maria! Levanta Manoel!
Depois de algum tempo sem olhar meu reflexo num espelho ou numa prataria qualquer, volto a partida de onde comecei. O que sinto ao cruzar novamente esse ponto é a mesma sensação de estar me afogando num deserto azul de águas calmas.
E como não tenho paciência, já me transporto para um mundo coberto de cores e sentimentos. Não quero morrer afogado.
Não quero olhar para esse reflexo e ver como o tempo tem mudado as coisas. Quero ainda acreditar em meu mundo de irresponsabilidades e libertinagens.
Quando acalmo, olho para o rodapé no chão, vejo que está bem limpo e sinto o perfume da organização.
Numa ofegada de preocupação misturada com medo, percebo um ponto preto no meio do círculo verde, é um pequeno ponto majestoso que está a me dizer alguma coisa. continuo piamente a olhar a imagem refletida, olho fixamente para a auréola verde com o ponto preto.
Nesse momento, toda história, todos os sorrisos, todos os amores e todas as lágrimas retornam à minha cabeça.
Minha camisa de malha e meu cabelo sujo trazem indícios do pretérito mais que perfeito, das conjugações e das concordâncias da noite anterior.
Toda oração criou uma linda sinfonia fonética.
Mais um dia regado à nostalgia e libertinagem, e com um leve toque de estímulos naturais...
Yuri Rabelo
E como não tenho paciência, já me transporto para um mundo coberto de cores e sentimentos. Não quero morrer afogado.
Não quero olhar para esse reflexo e ver como o tempo tem mudado as coisas. Quero ainda acreditar em meu mundo de irresponsabilidades e libertinagens.
Quando acalmo, olho para o rodapé no chão, vejo que está bem limpo e sinto o perfume da organização.
Numa ofegada de preocupação misturada com medo, percebo um ponto preto no meio do círculo verde, é um pequeno ponto majestoso que está a me dizer alguma coisa. continuo piamente a olhar a imagem refletida, olho fixamente para a auréola verde com o ponto preto.
Nesse momento, toda história, todos os sorrisos, todos os amores e todas as lágrimas retornam à minha cabeça.
Minha camisa de malha e meu cabelo sujo trazem indícios do pretérito mais que perfeito, das conjugações e das concordâncias da noite anterior.
Toda oração criou uma linda sinfonia fonética.
Mais um dia regado à nostalgia e libertinagem, e com um leve toque de estímulos naturais...
Yuri Rabelo
sábado, 5 de julho de 2008
A saga noturna de um coração que grita alto
Há um risco de poeira no chão
Entre pés e laços
O mundo gira sem sentido
Como faz falta um abraço no final do expediente
E um beijo no começo da semana
Ao meu anjo
Ofereço meu silêncio
Minhas noites calmas de sono tranqüilo
O meu abraço apertado de despedida
Irei dormir entre aconchegos
Dos travesseiros e do meu lençol
Hoje ninguém olha por mim
E tampouco irá me abraçar
Yuri Rabelo
Entre pés e laços
O mundo gira sem sentido
Como faz falta um abraço no final do expediente
E um beijo no começo da semana
Ao meu anjo
Ofereço meu silêncio
Minhas noites calmas de sono tranqüilo
O meu abraço apertado de despedida
Irei dormir entre aconchegos
Dos travesseiros e do meu lençol
Hoje ninguém olha por mim
E tampouco irá me abraçar
Yuri Rabelo
sábado, 24 de maio de 2008
Hoje é o dia
Hoje é dia de Maria
A Maria que nunca veio
Que ficou atrás da porta esperando a noite chegar
Enchi-me de poesia
Vi rostos, caras e bocas
Vi Maria assunta no céu
Hoje é dia de qualquer coisa
É dia de mar, sol e ventania
E samba também
É dia de todos nós santos
Nossos santos
Nossos heróis, e meus heróis
Que dia...
Hoje é dia beijo, de sexo e perversão
De bebida, drogas e tudo de baum
Hoje é meu dia
E pode ser o seu dia...
Também
Yuri Rabelo
A Maria que nunca veio
Que ficou atrás da porta esperando a noite chegar
Enchi-me de poesia
Vi rostos, caras e bocas
Vi Maria assunta no céu
Hoje é dia de qualquer coisa
É dia de mar, sol e ventania
E samba também
É dia de todos nós santos
Nossos santos
Nossos heróis, e meus heróis
Que dia...
Hoje é dia beijo, de sexo e perversão
De bebida, drogas e tudo de baum
Hoje é meu dia
E pode ser o seu dia...
Também
Yuri Rabelo
quinta-feira, 8 de maio de 2008
Aviso ao navegante escritor e leitor
"Hoje li você
Bebo o prazer de palavras ao vento
Tarde, trabalho e metrópole
Momento meu para lembrar
Lembrar de você e trazer à sua memória
O aviso de que não lhe é mais permitido alguns direitos
Como o de externar a prática do ilícito verde publicamente."
Esse foi apenas um dos poucos bem escritos que me alertam a respeito de tudo que ponho aqui.
Como a cabeça do ser humano é tão pequena e vazia de possibilidades. Não desmerecendo essa tão nobre escrita provinda do além, nunca, mas deixando em aberto que tudo é relativo.
Posso sim estar externando as minhas experiências, ou não...
Tenho tanta história de tanta gente que conheci em tantos lugares e em tantas dimensões que no meio dos meus tantos escritos, perco me ao tentar saber o que é a minha vida e o que não é.
Quantos a prática dos ilícitos, bem, toda história precisa de algo interessante, mesmo que isso seja mentira...
Sejam bem-vindos ao meu mundo e ao mundo de todos aqueles que suas histórias são aqui contadas. Somos todos fragmentos como numa louca viagem alucenógica...
Yuri Rabelo
Bebo o prazer de palavras ao vento
Tarde, trabalho e metrópole
Momento meu para lembrar
Lembrar de você e trazer à sua memória
O aviso de que não lhe é mais permitido alguns direitos
Como o de externar a prática do ilícito verde publicamente."
Esse foi apenas um dos poucos bem escritos que me alertam a respeito de tudo que ponho aqui.
Como a cabeça do ser humano é tão pequena e vazia de possibilidades. Não desmerecendo essa tão nobre escrita provinda do além, nunca, mas deixando em aberto que tudo é relativo.
Posso sim estar externando as minhas experiências, ou não...
Tenho tanta história de tanta gente que conheci em tantos lugares e em tantas dimensões que no meio dos meus tantos escritos, perco me ao tentar saber o que é a minha vida e o que não é.
Quantos a prática dos ilícitos, bem, toda história precisa de algo interessante, mesmo que isso seja mentira...
Sejam bem-vindos ao meu mundo e ao mundo de todos aqueles que suas histórias são aqui contadas. Somos todos fragmentos como numa louca viagem alucenógica...
Yuri Rabelo
domingo, 4 de maio de 2008
Me dê mais uma mão
Um bem- ti-vi cantando
Era bem. Começava uma manha meio tropical.
Com chuvas e arbustos balançando
Depois de uma noite turbada
Entre beijos e afagos me encontrei
Escrevo lento
Como o vento soprando devagar
Mas foi bom
Foi mágico
Foi perfeito.
Yuri Rabelo
Era bem. Começava uma manha meio tropical.
Com chuvas e arbustos balançando
Depois de uma noite turbada
Entre beijos e afagos me encontrei
Escrevo lento
Como o vento soprando devagar
Mas foi bom
Foi mágico
Foi perfeito.
Yuri Rabelo
sábado, 3 de maio de 2008
Pura nostalgia
Ao me lembrar daquilo que uma grande sábia minha professora uma vez disse: “recolha-se à sua insignificância!”
É um tanto doloroso, ou até mesmo engraçado, tudo depende de um ponto de vista, como outra sábia dizia: “depende do referencial.”
Nessas lembranças eu parei hoje à tarde e fiquei pensando em alguns passados. Ia e vinha entre um gole de cerveja e uma tragada num cigarro. Nada melhor que um bom sábado recheado de carne, cerveja e desilusões. Normal.
E nessas metódicas memórias, ilusório era aquilo que existia, e que só existia dentro de mim. Era um sonho.
E do nada apagaram um cigarro no meu braço e eu acordei.
Levantei como um veneno e me pus a dançar freneticamente. Era um alivio na verdade, pois não tinha nenhum analgésico a frente para que eu pudesse ingerir. Na verdade o que tinha era só um estimulante de ereção, mas eu não quis tomar, imaginei que ia ficar mais louco. E o foda seria depois, imagine eu de pau duro sem ninguém para comer????? Meio foda mesmo.
Mas aí passou. Fui embora, fumei minha maconha, matei minha larica e dormir. Dormir um sono dos deuses. Meu cabelo novo me atrapalhou um pouco, mas conseguir relaxar.
Agora vamos ver se meu telefone toca né? Não dá pra ligar para ninguém, está bloqueado e a noite nem começou ainda.
É um tanto doloroso, ou até mesmo engraçado, tudo depende de um ponto de vista, como outra sábia dizia: “depende do referencial.”
Nessas lembranças eu parei hoje à tarde e fiquei pensando em alguns passados. Ia e vinha entre um gole de cerveja e uma tragada num cigarro. Nada melhor que um bom sábado recheado de carne, cerveja e desilusões. Normal.
E nessas metódicas memórias, ilusório era aquilo que existia, e que só existia dentro de mim. Era um sonho.
E do nada apagaram um cigarro no meu braço e eu acordei.
Levantei como um veneno e me pus a dançar freneticamente. Era um alivio na verdade, pois não tinha nenhum analgésico a frente para que eu pudesse ingerir. Na verdade o que tinha era só um estimulante de ereção, mas eu não quis tomar, imaginei que ia ficar mais louco. E o foda seria depois, imagine eu de pau duro sem ninguém para comer????? Meio foda mesmo.
Mas aí passou. Fui embora, fumei minha maconha, matei minha larica e dormir. Dormir um sono dos deuses. Meu cabelo novo me atrapalhou um pouco, mas conseguir relaxar.
Agora vamos ver se meu telefone toca né? Não dá pra ligar para ninguém, está bloqueado e a noite nem começou ainda.
sexta-feira, 2 de maio de 2008
Dia do Trabalhador e seus reflexos.
Ontem coloquei uma marmitex no microondas, louco pra comer algo quentinho. Por três vezes eu repeti a mesma ação, pois toda vez que eu tirava o bagulho de lá, ele ainda estava frio. Foi quando aquelas mirabolantes idéias provindas do fluxo da madrugada misturadas com uma leve dose de analgésicos e álcool vêem à sua cabeça. Então, na quarta vez resolvi retirar o lacre de alumínio que fechava a minha guarnição. E bingo! Com trinta segundos eu tinha um suculento mexido quentinho esperando para ser devorado.
Só que aí eu percebi que não estava com fome. Deixei mesmo em cima da pia e me sucumbi ao sexo egoísta. Depois de prostrado, fumei um cigarro e relutei contra minha hipocondria, mas não deu certo. Tomei um calmante novo que inventaram aí e fui dormir.
A comida ficou lá, acho que o gato comeu.
Yuri Rabelo
Só que aí eu percebi que não estava com fome. Deixei mesmo em cima da pia e me sucumbi ao sexo egoísta. Depois de prostrado, fumei um cigarro e relutei contra minha hipocondria, mas não deu certo. Tomei um calmante novo que inventaram aí e fui dormir.
A comida ficou lá, acho que o gato comeu.
Yuri Rabelo
sexta-feira, 25 de abril de 2008
Voa bem longe
Mas quando olha para trás
Traz no olhar aquilo que trago no pensamento
A tragada incessante de um cigarro aceso
Trazido dentro do bolso apertado
ColadO na saudade tragante
Amassando o fumo apertado
Amasso a saudade e meu amor
Misturo os dois numa batida
Massagiando o coração
E sorrindo pro amor
Yuri Rabelo
Mas quando olha para trás
Traz no olhar aquilo que trago no pensamento
A tragada incessante de um cigarro aceso
Trazido dentro do bolso apertado
ColadO na saudade tragante
Amassando o fumo apertado
Amasso a saudade e meu amor
Misturo os dois numa batida
Massagiando o coração
E sorrindo pro amor
Yuri Rabelo
domingo, 13 de abril de 2008

As memórias perdem-se nas aventuras
Nas histórias e nas outras paixões
Mas um flash faz lembrar tudo
O palhaço e a acrobata
Juntos no picadeiro
E separados pelo ar atmosférico
Você ia me mandar flores
E um cartão postal
Talvez falasse das juras de amor
Ou então das brigas de rancor
Olhos virgens e olhos verdes
Visões diferentes
Pensamentos distintos
E amor unificado
Ainda pode ser diferente
Ainda pode ter meu amor
Só me prometa
Que o seu amor será meu também
Yuri Rabelo
domingo, 6 de abril de 2008
Que seja com vocês

O secreto, que coisa estranha
Tudo se mostrara perfeito
Paixão
Mais uma mera ilusão
Mais um romance desentendido
Mais uma lágrima no rosto
Sistemático eu?
Não! Cinemático
Performático
Mas não foi dessa vez
Quando voltei pro lar
Encontrei meus amigos
E fiquei rico sem saber
Que saudades deles
Saudades das viagens
E que viagens...
Íamos e voltávamos em mundos diferentes
Mundos de luzes, cores e toques
Sem pagar
Sem chorar
Sem lembrar
E às vezes, sem voltar...
Que sejam todos os dias
Todas as horas e todos os minutos
Mas que sejam sempre com vocês
Amigos...
Yuri Rabelo
domingo, 9 de março de 2008
Três Sonhos

Um copo vazio e um cigarro aceso
Uma folha em branco
O início de um poema
Uma mente cheia um coração vazio
Um olhar perdido
O início de uma paixão
Escolhendo perfumes dentro de uma caixa
Na outra ponta, a beira da praia
O meu sorriso, o meu verde
Como fênix foi lembrada
Fazendo-me massagem e cantando pra mim
E o vento...
A gente não tem pressa de viver assim
Nunca tivemos
Porém, na minha memória tem azul
Tem samba no pé
Tem melado
E tem beijo e abraço
Yuri Rabelo
domingo, 2 de março de 2008
Asas para voar até o os olhos verdes

verde, veludo em folhas
veneno destilável
verdade perigosa
proximidade arriscada
dor e sorriso
verde ofuscado
e coração partido
clichê
deus do sol
rainha do vento
príncipe da alegria
soldado do amor
se quiser eu posso levar uma flor laranja
e um chocolate para você de vez em quando
numa hora inesperada
mas
não sei mais onde lhe buscar
agora estou preso
no plano idéias
planto! cheiro verde, tempero do olhar
pano de retalhos
alimento momento
abraço corpo
piscina toque
roupão quente
bebida forte
luar
palavras pro texto
mel distante
vontade sem resposta
mãos atarefadas
algumas vezes quando tive vontade de estar com você
liguei
desejei seu bem de longe e mandei um beijo
Asas para voar até o os olhos verdes
Yuri Rabelo
Lá do lado de lá tem carnaval vermelho e amarelo

ela tem samba no pé
gira e envolve quem quiser
galega morena do sorriso melado
faz carnaval do meu lado
olha pro céu e vejo a chuva
cai e molha e me faz escorregar
mas nem assim paro de sambar
ela é meu carnaval
vem vestida de vermelho
vem ser meu sol
sorri pra mim e volta a sambar
não pára, não chora, não liga
fecha os olhos para rodopiar
músculos trabalhando em toda parte
em todo seu corpo vermelho
em todo seu pé dançante
menina do sorriso melado
quero você sempre do meu lado
quero estar sempre do seu lado
quero ficar sempre lado a lado
no lado apertado do seu lado marcado
Yuri Rabelo
terça-feira, 26 de fevereiro de 2008
Terça: Amor de Torneira
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008
Pote de ouro

Hoje vi o arco-íris
sentado no meu espaço vi ele de perto
era lindo e sorria pra mim
suas cores brilhavam mais fortes
e me deixavam cada vez mais apaixonado
era um lindo arco-íris
corri até o seu final
recebi um abraço e dei um beijo
com o rosto triste dei as costas
mas não fui embora
dei a volta e caí abraçado
envolto nas cores e no beijo rodado.
"Extremamente feliz...
distribuíndo abraços
segurando lágrimas dos outros...
Mas extremamente feliz"
Yuri Rabelo
terça-feira, 5 de fevereiro de 2008
Futilidade
Podem me dizer que seja meio distorcido
mas não é
É fútil mesmo
Sem idéiasS
Sem razão
Sem pensamento
Um monte de merda na minha cabeça
Tire uma foto
Capture a minha trash absurIdade
Meu café da manhã
Meus irmãos adotados
Meu apartamento roubado
Meu carro montado
Eu estou de cueca de aldodão
Não de lycra
Estou bêbado de green
Andei de bus
Comi no Bob´s
e dormi no asfalto
Amanhã não lhe procuro
Nem quero ver
Vou comer calango
e beber suco importado...
Como aqui venta...
Perdi até o rabo...
Yuri Rabelo
mas não é
É fútil mesmo
Sem idéiasS
Sem razão
Sem pensamento
Um monte de merda na minha cabeça
Tire uma foto
Capture a minha trash absurIdade
Meu café da manhã
Meus irmãos adotados
Meu apartamento roubado
Meu carro montado
Eu estou de cueca de aldodão
Não de lycra
Estou bêbado de green
Andei de bus
Comi no Bob´s
e dormi no asfalto
Amanhã não lhe procuro
Nem quero ver
Vou comer calango
e beber suco importado...
Como aqui venta...
Perdi até o rabo...
Yuri Rabelo
Marcadores:
Poeedem me dizer que seja meio distorciddo
sábado, 2 de fevereiro de 2008
Seu cheiro no meu tecido
Equações infundadas
Processos inacabados
Escritos rabiscados
Fotos distorcidas
Ainda temos cera para escrever nossos contos
E teremos sempre
O beijo mágico
A gargalhada perfeita
A pedra do amor
Encontrei com a minha infância
Bebemos e rimos de nós mesmos
Choramos e sorrimos
Estava indo ao seu encontro
Mas você não vai estar lá
Não sei por onde anda
Nem sei onde vai ficar
O calton verde
Os óculos escuros
A maconha na caneta
Espero você
Nem que seja para o todo sempre
Estou indo embora
Não sei quando vou voltar
Volto pra te ver
Volto pra piscina
Volto pra te ter
Volto pro lago
Volto pra crer
Volto pra vida
Volto pra crescer
Volto pra você
Yuri Rabelo
Equações infundadas
Processos inacabados
Escritos rabiscados
Fotos distorcidas
Ainda temos cera para escrever nossos contos
E teremos sempre
O beijo mágico
A gargalhada perfeita
A pedra do amor
Encontrei com a minha infância
Bebemos e rimos de nós mesmos
Choramos e sorrimos
Estava indo ao seu encontro
Mas você não vai estar lá
Não sei por onde anda
Nem sei onde vai ficar
O calton verde
Os óculos escuros
A maconha na caneta
Espero você
Nem que seja para o todo sempre
Estou indo embora
Não sei quando vou voltar
Volto pra te ver
Volto pra piscina
Volto pra te ter
Volto pro lago
Volto pra crer
Volto pra vida
Volto pra crescer
Volto pra você
Yuri Rabelo
sábado, 26 de janeiro de 2008
A magia que balança o mundo

Definitivamente deixe o sol brilhar
Estou aqui indo pra lugar algum
E isso é como eu quero que seja
Ninguém ao meu lado
E eu não gostaria que fosse de outra maneira
Eu tentei ser alguém
Alguém que quiseram que eu fosse
Estou de volta na minha própria pele agora
Estou absolutamente certo agora
Aqui dentro de mim
Eu sou quem eu quero ser
É um belo dia
Eu estou caindo para baixo rumo a liberdade
Libertinagem
A felicidade permanece
Sorrisos verdes hoje eu recebi
Nos meus sorrisos lembranças eu tinha
Meus amigos
Minha mãe
E meu herói pai
Demasiadamente estive analisando
Grandes saudades
Eternos amores
Uma foto minha
Por algo que eu nunca mais terei
Mas é uma memória
Momentos luz de extrema felicidade
Nos braços de outro hoje eu sei que meu amor está
Mas falta espaço para os desejos de felicidade
Quero bem, sorrindo verde
E meu sorriso cresce com a sua felicidade
Nessa doce amizade ou inimizade?
Difícil é me conter na sua presença
Qual é o seu segredo?
Ainda vou descobrir
Sei que você tem um outro amigo
Mas serei sempre o seu amor...
Yuri Rabelo
sábado, 19 de janeiro de 2008
Olhos verdes sorridentes e encantadores
Escrevendo versos insólitos
Busco luz
Sou luz
Luz verde
Amor
Dor e saudade
E um pouco mais de amor
Partícula incandescente
Brilha no escuro
E no dia
Dia-a-dia
Um novo cordel
Histórias e mentiras
Um mundo paralelo
Uma vida contida
Um sorriso
E um beijo de até logo
Yuri Rabelo
Busco luz
Sou luz
Luz verde
Amor
Dor e saudade
E um pouco mais de amor
Partícula incandescente
Brilha no escuro
E no dia
Dia-a-dia
Um novo cordel
Histórias e mentiras
Um mundo paralelo
Uma vida contida
Um sorriso
E um beijo de até logo
Yuri Rabelo
domingo, 13 de janeiro de 2008
Até Amanhã
Se joga!
Pinta o rosto e faz uma careta
Esse momento perpétuo vai ser guardado
Hoje feliz
Crianças me cercaram e cantaram pra mim
Desejaram-me sorte e me deram um beijo
Sorri!
E meu sorriso viajou por entre ventos até chegar num lugar
Deu beijo e alegrou todo mundo
Transmitiu meu carinho e minha alegria
No mês que vem vou ser homenageado
Vão gravar na história registros meus
Vão falar dos meus beijos e abraços
E até revelar meus segredos
Mas eu fico feliz
Porque em algum lugar eu vou fazer sorrir
Quem sabe até um sorriso verde?
Meus amigos mendigos vão comigo celebrar
Cantar eufóricos meu sorriso
Mil beijos também vão me dar
E assim com cada um vou sonhar
Estou ansioso
Mas é só até amanhã
Depois que eu dormir
Já não me lembrarei de nada
E nada mais fiz
Yuri Rabelo
Pinta o rosto e faz uma careta
Esse momento perpétuo vai ser guardado
Hoje feliz
Crianças me cercaram e cantaram pra mim
Desejaram-me sorte e me deram um beijo
Sorri!
E meu sorriso viajou por entre ventos até chegar num lugar
Deu beijo e alegrou todo mundo
Transmitiu meu carinho e minha alegria
No mês que vem vou ser homenageado
Vão gravar na história registros meus
Vão falar dos meus beijos e abraços
E até revelar meus segredos
Mas eu fico feliz
Porque em algum lugar eu vou fazer sorrir
Quem sabe até um sorriso verde?
Meus amigos mendigos vão comigo celebrar
Cantar eufóricos meu sorriso
Mil beijos também vão me dar
E assim com cada um vou sonhar
Estou ansioso
Mas é só até amanhã
Depois que eu dormir
Já não me lembrarei de nada
E nada mais fiz
Yuri Rabelo
sábado, 5 de janeiro de 2008
Eu escuto
Eu sei que podia fazer diferente
Podia ser aleatório
Ou até mesmo putativo
Estou desarmado pela primeira vez
E me sinto leve
Sou vaga lume
Olha-me estrela?
Mande-me um beijo?
To sorrindo verde
Sorrindo para você
Minha garçonete
Ser puro tem lá suas desvantagens
Todo mundo te machuca
Mas eu serei a cura para sua febre
E vou temperar seus sonhos
Renasça!
Crie novas asas e chore de novo
Limpe-se e venha ao meu encontro
O medo não vence, pois lutamos só
E mesmo que nossas preces não alcancem o céu
Eu realizarei um desejo do seu coração
A nossa fábrica de Deus
Fazendo gente do pó
Assopro e crio vida
Crio alegria e saudade
Mas eu já volto
Só vou descansar um pouco
Yuri Rabelo
GlauMaTa

Ouço uma música diferente
É cantada pra mim
Por mais que os caminhos se mostrem difíceis
Eu sempre acho um atalho
Driblo a tristeza
Sorrio pra felicidade
Tudo me contagia
A garçonete diz que precisa da minha alma
A estrela gosta do meu beijo
E a fênix quer meu sorriso verde
Três amores
Afloram meu pensar
E por elas começo a viajar
Vou a Poços, ao Rio e no Manacá
Confesso que me perco
Nesses caminhos desconhecidos tudo acontece
E tudo se transforma
Até mesmo meu amor
Ora doloroso
Fraterno agora
Beijos Ma, Ta e Glau
Yuri Rabelo
2008
e tudo recomeça
promessas e dívidas
com o pé direito eu dei um chute no passado
e com astucia consegui ainda entrar com ele nesse novo ano
não espero muita coisa
porque tudo já aconteceu
tenho meu conforto
e tenho a quem amar
eu quero mesmo é aproveitar
gozar?
fumar?
comer?
beber?
sorrir?
divertir?
propor?
dispor?
não achei o resto
então vai isso mesmo
FELIZ 2008
Yuri Rabelo
promessas e dívidas
com o pé direito eu dei um chute no passado
e com astucia consegui ainda entrar com ele nesse novo ano
não espero muita coisa
porque tudo já aconteceu
tenho meu conforto
e tenho a quem amar
eu quero mesmo é aproveitar
gozar?
fumar?
comer?
beber?
sorrir?
divertir?
propor?
dispor?
não achei o resto
então vai isso mesmo
FELIZ 2008
Yuri Rabelo
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